Flo Atelier dá dicas para manter a flor epífita sempre bela
Por aqui adoramos gente com nome de flor: Rosa, Angélica, Melissa são alguns dos mais frequentes. Não é engraçado como muitas vezes nem sabemos que o nome da pessoa em questão vem de uma flor? Verônica é um exemplo perfeito. Outro ainda menos inusitado é Vanda e é nela mesmo que vamos focar hoje.
De origem asiática, muito frequente na Tailândia, esse gênero da família das orquídeas chama atenção de longe por suas curiosas raízes. Por não precisar de substrato, ela fica assim: livre, leve e solta.
Na natureza é possível encontrar espécimes com raízes de até 4 metros de comprimento! Como se já não fosse bastante, o formato das flores e sua extensa e exótica gama de cores também é de cair o queixo.
Mas se a Vanda não possui vaso, como regar? Assim como as Tillandsias, a Vanda também é uma planta epífita e gosta de ser borrifada. A frequência deve ser diária, tendo como única exceção os dias mais frios no inverno. É interessante perceber que ao borrifar água em suas raízes, a coloração esbranquiçada vai esverdeando.
Na duvida de quantas vezes borrifar? Molhe bastante as raízes, até a água escorrer e depois borrife as folhas.
Dica: Como a maioria das orquídeas, a Vanda gosta de luz filtrada. Caso suas folhas fiquem amareladas, é sinal que está tomando sol demais.







