RIO – Seja para criar ambientes intimistas ou elegantes, o couro é um recurso de que arquitetos e decoradores não abrem mão. Muito pelo contrário. Até porque há cada vez mais opções de tons, texturas e acabamentos disponíveis no mercado, como mostra reportagem de Flávia Monteiro publicada no Morar Bem deste domingo. Isso sem falar em sua versão sintética e ecologicamente correta, cuja qualidade hoje é capaz de enganar os olhos e o tato.
Para adaptar duas poltronas Luís XV ao estilo contemporâneo de um projeto, o arquiteto Thoni Litsz optou pelo couro ecológico numa cor pouco usual: prata. A estrutura dos móveis foi revestida de laca branca:
– Ao contrário do natural, esse tipo de couro proporciona acabamento com mais brilho e uniformidade.
O material tem assumido inclusive a função de papel de parede, como em um projeto criado pelo arquiteto Maurício Nóbrega para uma ampla sala de jantar:
– Foi a minha opção para conferir um clima intimista ao espaço.
Segundo Júlio Vicente, da Italian Leather, loja que fornece couro para tapeçaria, estofamento e móveis, o material pode ser aplicado sem restrições, desde que na medida certa:
– O couro combina inclusive com sarja, chenille, linho e até seda.
Versatilidade à parte, a manutenção é outro ponto que pesa à favor do material, diz a designer de interiores Roberta Devisate:
– A limpeza deve ser feita apenas com detergente neutro, água e um pano bem macio. É bom lembrar que não se deve usar produtos como alvejantes, removedores e aqueles à base de cloro. Outra dica importante é manter canetas e objetos perfurantes longe dos estofados, para não riscar ou cortar o couro.
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