“O mercado de trabalho de Arquitetura de Interiores e suas variações” foi o tema da palestra que o arquiteto Thoni Litsz ministrou no ultimo dia 18/09/2017 abrindo o primeiro dia do IX SEMAU (nona Semana de Arquitetura e Urbanismo) da UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro).

Foto Lucas Buriche daTropicália Fotografia
“Primeiro gostaria de pontuar que fui muito bem tratado pela Universidade, amei o local e principalmente o conjunto arquitetônico da Universidade, além de grandioso é de uma arquitetura antiga, mesmo sendo construído na década de 40 em plena era Vargas. Falar sobre interiores é um tema que amo é um pouco do que está no primeiro E-Book “A escolha certa para sua casa” que lancei, falando desde a profissão, mercado de trabalho, onde foi pontuado com os alunos minhas experiências profissionais e conselhos para os futuros arquitetos.” conta Litsz empolgado com o resultado final da palestra.
Vários profissionais, arquitetos, urbanistas fizeram sua palestra individual com a mediadora Professora Regina Araujo para os estudantes de Arquitetura e Urbanismo da Universidade.
“O conjunto arquitetônico da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro começou a ser construído em 1939 no terreno resultante do desmembramento de 1.024 alqueires da antiga Fazenda Imperial de Santa Cruz. Composto por prédios de linguagem neocolonial singular, sintetiza a concepção original do plano arquitetônico e urbanístico com edifícios implantados em um parque paisagístico de grande beleza cênica, com jardins e lagos integrados ao longo de um eixo monumental que acentua a imponência e unidade do conjunto. O plano paisagístico é de autoria de Reynaldo Dieserger.
O tombamento inclui os seguintes edifícios: Prédio Central da Reitoria, sede do Instituto de Química, sede do Instituto de Biologia e residência do reitor e as edificações onde atualmente estão instaladas a Pesagro e a Embrapa. Os painéis de azulejos pintados do antigo salão de refeições da Escola de Agronomia, local de encontros e vida social dos estudantes, concebidos pela célebre artista plástica portuguesa Maria Helena Vieira da Silva em 1943, é testemunho exemplar da integração das artes a arquitetura, que caracterizou o movimento moderno da época.
(Texto extraído na íntegra do Guia de Bens Tombados da SEC-RJ/Inepac).”











